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A catástrofe que se abateu sobre a belíssima Ilha da Madeira enluta a família portuguesa, deixa perplexa a comunidade mundial e obriga-nos a reflectir sobre a acção que se impõe para reverter esse quadro extremamente negativo. Nesta hora, não basta lamentar. É necessário materializar o sentimento de solidariedade, através de acções afirmativas de apoio incondicional, rumo à reconstrução do que foi perdido, assim como dar alento àqueles que, de alguma forma, perderam os seus bens materiais e se sentem carentes de um suporte que os ajude a ultrapassar os desafios que têm pela frente. Imbuídos desse sentimento humanitário, a Direcção da Dow Portugal e o seu corpo de profissionais juntam-se a todos aqueles que já se entregam à tarefa de alterar, para melhor, esse quadro entristecedor. A Dow Portugal é uma subsidiária da multinacional norte-americana The Dow Chemical Company, presente em Portugal desde 1979. Os mais de 5 mil produtos da empresa são produzidos em 214 unidades, instaladas em 37 países. Em Estarreja, a Dow Portugal produz PMDI – isocianato polimérico de base MDI, um produto usado no fabrico de poliuretano, e STYROFOAMTM, amplamente utilizado na indústria de construção civil como material de isolamento térmico, permitindo a construção de edifícios energeticamente eficientes. Entre os Objectivos de Sustentabilidade da nossa empresa, destaca-se o de melhorar a vida junto das comunidades próximas da empresa. A Dow também está presente na Ilha da Madeira e solidariza-se assim com a população local. Vimos, deste modo, informar as autoridades locais e nacionais que acabamos de realizar um donativo de 10,000 euros à Cáritas do Funchal. Esperamos que essa soma se junte a outras contribuições e que possa amenizar um pouco a tragédia que se abateu sobre a Ilha. Num futuro próximo, iremos trabalhar com a unidade de negócios Dow Building Solutions num projecto de doação de produtos para o mercado da construção. Os nossos laços com Portugal, que contam mais de 30 anos de uma relação profícua de respeito mútuo, direccionam-nos a este objectivo, no mínimo, por uma questão moral, se não fosse também uma forma de dizer: “Estamos consigo e estendemos as nossas mãos.” Eduardo Gadea Director Geral
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